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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
“Como vivi a I Semana ALV” por Rosanna Barros
Rosanna Barros é diretora do Curso de Educação Social da Universidade do Algarve e foi uma das primeiras pessoas a aderir à Semana ALV. Para além de ser moderadora de um painel no II Encontro EFA esteve envolvida em diversas Atividades Locais e considera que a realização desta I Semana ALV representou, sobretudo, uma oportunidade para visibilizar o que há muito várias instituições, e entidades do mais diverso cariz da sociedade civil organizada, vêm realizando em termos socioeducativos. Testemunho de Rosanna Barros
Do meu ponto de vista, a realização da I Semana da Aprendizagem ao Longo da Vida (em contexto português) representou, sobretudo, uma oportunidade para visibilizar a nível nacional (e supranacional) o que há muito várias instituições, e entidades do mais diverso cariz da sociedade civil organizada, vêm realizando em termos socioeducativos e socioculturais no intuito de melhorar o modo de viver, e pensar sobre o seu viver, das populações locais.
É no microcosmos das vivências/experiências quotidianas que reside a base/combustível da educação de adultos, amplamente entendida, e é a partir desta escala (subnacional) que o processo de conscientização, visando a superação de conjunturas e estruturas opressoras, terá de iniciar-se. Ora, no meu entender, este é, na essência, o papel de uma educação transformadora e as atividades locais, expostas nesta I Semana ALV, representam passos dados (e em muitos casos já consolidados num capital de experiência acumulado) nessa direção.
Por isso, e neste caso como diretora do Curso de Educação Social da Universidade do Algarve, gostaria de partilhar a satisfação com que vivi esta iniciativa que contribuiu, também, para visibilizar o que, há muito, se vem fazendo a sul no âmbito da educação e intervenção comunitária. As nove atividades locais selecionadas, e registadas, simplesmente testemunham ações que integram projetos em curso mais vastos e que são promotores do bem-viver social das comunidades, procurando, com elas, incrementar a autodeterminação, a autonomia e a apetência por um modo permanente de ‘saber-mais’ para poder ‘ser-mais’. É, pois, grande a espectativa com que aguardo a continuidade, e ampliação, futuras desta iniciativa da Associação O Direito de Aprender de modo a fazer-se convergir, numa escala nacional, as múltiplas sinergias locais que, assim, ganham força.
Rosanna Barros
Faro, 23 de Novembro de 2012.
FONTE: DIREITO DE APRENDER
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